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CONHEÇA AS CIDADES QUE A VIA RONDON CORTA

Cafelândia

Com muitos desbravadores pioneiros já instalados nestas paragens, Cafelândia tem sua origem, como comunidade, na Estação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), inaugurada no ano de 1906. Ostentando o nome da Estação, ou seja, "Presidente Afonso Pena", veio se formando um povoado em terras que foram de propriedade das famílias Zucchi, Guedes e Beraldo Arruda, divididas e separadas pelo córrego Saltinho. De um lado, Zucchi e Guedes, de outro, Beraldo Arruda.

O nome atual do município decorre da pujança dos então muitos milhões de pés que cobriam grandes áreas de terras outras, inclusive, pertencentes às famílias Simões, Junqueira, Mesquita, Moraes Barros, entre os maiores proprietários da época. Em outras palavras, esse avanço extraordinário, em solo que se desbravava apressadamente, inspirou o nome de Cafelândia, passando assim predominância para o mapa.

Dos pioneiros estão entre os mais antigos, os Simões, desde que seu líder e tronco da família, coronel Manoel Rodrigues Simões, navegando pelo Tietê, aportou na região do Bacurí, hoje território do distrito de Bacurití, sendo que, ao que consta, foi o precursor de todo o município. Desde a chegada dos pioneiros Simões, em 1896.

Quanto ao tamanho, Cafelândia é o maior município da região, em extensão territorial, com 982 quilômetros quadrados. A população é de 17.000 habitantes, aproximadamente, com prevalência na zona urbana. Está localizada a 432 quilômetros da capital do Estado e sua altitude é de 416 metros.

De vila, Cafelândia passou a distrito de paz, em 1919. O município data de 11 de Abril de 1926, tendo sido elevado à categoria de comarca em 1934, instalada no dia 24 de agosto daquele ano. Cafelândia sediou o bispado que aqui se instalou no ano de 1929, com o que foi seu primeiro bispo, dom Ático Eusébio da Rocha, e perdurou até a transferência de sua sede para a vizinha cidade de Lins, isto em 1950.

Após crise do café, considerado o sustento do município, foi necessário se refazer, procurando superar as dificuldades, que são muitas. Estas, tudo indica, vêm de tempos, digamos, remotos, com certeza como reflexos das gigantescas e pavorosas perdas impostas abruptamente, como se, da noite para o dia, sem possibilidade de defesa, pela degringolada do café, ocorrida em 1929.

Em resumo, apesar dos pesares, vive-se em Cafelândia como se no melhor dos mundos possíveis, graças a Deus, no seio aconchegante de uma comunidade generosa, acolhedora e solidária, feliz e realizada por viver num solo de cujas entranhas brota e jorra abundantemente, a melhor água do planeta...

Falou-se em não alardear otimismo, e parece até contradição, mas verificam-se razões plausíveis, de algum tempo a esta parte, para referir-se a Cafelândia com alto astral, sim senhor.

Embora deixe ainda muito a desejar a restauração da vida no campo, espaço que alcançou o clímax na época do reinado do café, o perímetro urbano dá sinais inequívocos de boas e inegáveis melhorias. O comércio e a indústria têm avançado razoavelmente. Existem, incorporados à cidade, vários núcleos populacionais, inclusive duas COHABs, em franco desenvolvimento. Além de muitas construções, umas em fase de acabamento e outras iniciadas, demonstrando interesse das pessoas, cuja confiança em Cafelândia é evidente e aumenta a cada dia.

Fonte: http://www.cafelandia.sp.gov.br/

ACESSE O SITE DA CIDADE - www.cafelandia.sp.gov.br